quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Amar ...



Amar
Para poder viver.
Para se dissipar o sem sentido de se viver por viver.
Para não adoecer, para que, ao final; possa-se dizer:
Valeu a pena, por que amar é crer.
Amar para não se entristecer,
Para não se perder a alegria de viver.
Para poder perdoar e esquecer,
Para voltar a sorrir, lutar e vencer.
Para se conhecer a Deus, nosso primeiro amor, Nosso maior amor,
acima de todo amor, origem de todo amor,
Fim de todo amor, eternidade de amor.
Amar para não fenecer, para não murchar,
não regredir, não desfalecer.
Para se lembrar e também para esquecer.
Para chorar e sorrir, plantar e colher.
Para caminhar, para se merecer, para se enternecer.
Amar para olhar e conhecer.
Para confiar, para não se entregar, mas se integrar.
Amar porque Deus é amor e isso basta.




Só há um caminho para
a felicidade.

Não nos
preocuparmos com coisas
que ultrapassam o poder
da nossa vontade.






Cuidado, Frágil!

Por favor, não grite comigo,

mesmo que você tenha razão.
Uma conexão otorrinolaringológica faz com que

qualquer voz feroz que entre pelos meus ouvidos

se liquefaça em seu trajeto e

termine por sair pelos meus olhos em forma de lágrimas.


E, se possível, não minta pra mim.

Por depositar fé no ser humano,

acredito em tudo o que me dizem

e mal me lembro de que pode haver provas em contrário.

Cairei em todas as armadilhas e

certamente uma será fatal.

Sempre que me enganam,

morro um pouco além do dia que passa e me consome.
No cômputo geral dos lugares-comuns,

sou uma mulher frágil.

Minha força interior,

que sustenta o peso de meus ossos,

carnes e erros,

suporta pouca carga extra.

E, como resultado, desabo.
Desabo, desmonto, desmorono.

Minha energia vital escorre e

forma ao redor de meus pés uma poça de inseguranças.


Pra minha sorte, comigo, tudo passa rápido.

Nada em mim permanece,

talvez por falta de espaço livre, não sei.

Mas no momento estou no durante e,

no durante, sofro.
Sofro com o que não
concordo

e não compreendo.

Sofro com o que não espero e não aceito.

Sofro entre o desejo de me conformar e

a vontade de alterar as formas.

Quando sou conteúdo de um recipiente doloroso,

sofro porque não quero me conter.

Ou ser contida.


Hoje, estou frágil.

Portanto, peço que você fique assim,

perto de mim, só isso.

Hoje eu só quero a mão segura que dá apoio,

sem cobrança.
Hoje eu só peço um punhado de esperanças.


Autora: *Rosana Hermann*


*PS* - Só Poderia mesmo ser uma Rosana...



segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Palavras






"Vença o ódio com amor. Triunfe sobre o mal com o bem. Subjugue o mesquinho com generosidade. Derrote o mentiroso com a verdade... Nunca no mundo a raiva foi vencida pela raiva - ela foi vencida pelo amor."

Luís Fernando Veríssimo


"O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença." Luís Fernando Veríssimo

quarta-feira, 7 de maio de 2008

O caramujo e a poça d'água...


Ele achava bem difícil, era quase saltar de um abismo!

Chegava pertinho da poça, mas voltava pro esconderijo.

Seus amigos não entendiam por que ele se sentia assim.

Nunca viram caramujo com esse medo d'água fria!

Mas o caramujo temia e toda hora imaginava que de dentro da poça pulavam jacarés e crocodilos!

Os colegas diziam: "Ô Mujinho, o qué qué isso! Óia lá se tem cabimento um jacaré morar ali dentro?! E ainda ficar pulando?! Será uma Cuca com Saci-Pererê?"

E foi tanta gargalhada que Mujinho decidiu: ele ia atravessar a água sem esse mas-nem-porquê. E quando abriu os olhinhos, esperando o crocodilo, viu que a água era doce e o caminho, tranquilo. Não tinha bicho e nem monstro! Tinha só um caramujinho, refletido lá dentro...
**O que você está refletindo ??**

A-COR-DAR


...de minha parte,


só sei dizer:


não sei o que mais me angustia,


se dias tristes que, esperam os alegres,


ou se os alegres que, anunciam os tristes...



...por que??




Na verdade, todos os dias são iguais o que muda é só mesmo o que deles fazemos.

Cada um cria a sua própria realidade, cada um é dono da sua própria criação.

Todos os dias podem ser felizes, todos eles são bençãos,

basta que atentemos ao lado bom das coisas e demos apenas a importância que qualquer coisa nos merece...


Sempre atentei à palavra acordar:


a--cor--dar...


se é para dar cor, que nossos dias sejam coloridos!


Que se recorra a lápis, tintas, pincéis, o importante é que os coloramos!


E mesmo nos dias cinzentos, naqueles em que a nossa alma nem tem vontade de ter cor, é importante saber fingir...

não é o que fazem as crianças?

E elas não são mais felizes?

Se fingimos para os outros, não podemos também fingir a nós próprios?

Cada um faz a sua realidade!

E está na nossa mão fazer os nossos dias felizes!

Felicidade conjuga-se com o verbo estar,

pena que sempre achemos que é com o verbo ser...

é o pequeno detalhe que faz a diferença!